Show da Plebe que não é Rude chega ao no Circo Voador
* por Luiz Daniel Guimarães
Nesta semana estaremos contemplando uma fase da musica brasileira contemporânea, retornaremos ao inicio de tudo que foi importante musicalmente da década de 80 e influenciou as cabeças pensantes ou não dos adolescentes trintões e ou quarentões atuais. Após resolverem seus problemas internos, o grupo Plebe Rude retorna como uma phenix, ressurgindo das cinzas para lançar seu novo álbum o R ao Contrário, primeiro álbum inédito em treze anos.
Este retorno aos palcos não poderia ser tão significativo, logo no maior festival da capital federal: Porão do Rock. A apresentação foi um sucesso, o que reascendeu a chama e a vontade do grupo voltar aos palcos. Com nova formação: Philippe Seabra guitarra e voz, André X no baixo, (Rodrigo Txotxa na bateria e com a participação de Clemente) nos vocais e guitarra. O Álbum R ao Contrário, marca a estréia, em disco, da formação que vem tocando pelo Brasil desde 2004. A nova formação começou a se moldar em 2003, quando Philippe Seabra e Clemente se viram dividindo o mesmo palco num tributo à banda inglesa The Clash. Um ano mais tarde acontecia o primeiro show, no Circo Voador, no Rio. Para a bateria foi recrutado o potente Txotxa, que fez parte da formação clássica do Maskavo Roots, grupo de destaque no cenário brasiliense dos anos 90. Com os repertórios prontos, compostos majoritariamente por Philippe e André X, e o estúdio de Daybreak já todo concluído, foi só iniciar a gravação das 12 músicas que estão em R ao Contrário.Com o single, “O Que Se Faz”, a Plebe homenageiam o grupo escocês Big Country, até foram usadas gaitas de foles.
Outra faixa inquieta é “Mil Gatos no Telhado”, cuja letra instiga o ouvinte a se indignar, de uma forma menos didática e mais inteligente. A faixa-título, por sua vez, é quase uma incitação pública para que se “pense ao contrário”, onde o rádio e a TV – e a mídia em geral - continuam na berlinda. Mas fica para o final a cereja do bolo, com a gravação da “inédita” “Vote em Branco”. A música foi responsável pela detenção da banda no histórico show de Patos de Minas, em 1981, junto com o pessoal da Legião Urbana, que tocou “Música Urbana 2” e também foi em cana. O charme a mais foi dado pela interpretação de André X, que pela primeira vez gravou os vocais, e pela participação de Fê Lemos, do Capital/Aborto Elétrico, que usou a mesma bateria dos primeiros ensaios da Plebe.Uma das mais importantes bandas do afamado rock de Brasília da década de 80 que revelou, entre outros, Legião Urbana, Capital Inicial e Paralamas do Sucesso, a Plebe Rude foi certamente a que atingiu maior sucesso logo na estréia, com o EP “O Concreto Já Rachou”, do qual nada menos que seis das sete músicas se transformaram em hits nas FMs de todo o País. Puxado por “Até Quando Esperar”, o disco superou as 250 mil cópias, e é considerada uma das melhores estréias de uma banda nacional em todos os tempos.
Este retorno aos palcos não poderia ser tão significativo, logo no maior festival da capital federal: Porão do Rock. A apresentação foi um sucesso, o que reascendeu a chama e a vontade do grupo voltar aos palcos. Com nova formação: Philippe Seabra guitarra e voz, André X no baixo, (Rodrigo Txotxa na bateria e com a participação de Clemente) nos vocais e guitarra. O Álbum R ao Contrário, marca a estréia, em disco, da formação que vem tocando pelo Brasil desde 2004. A nova formação começou a se moldar em 2003, quando Philippe Seabra e Clemente se viram dividindo o mesmo palco num tributo à banda inglesa The Clash. Um ano mais tarde acontecia o primeiro show, no Circo Voador, no Rio. Para a bateria foi recrutado o potente Txotxa, que fez parte da formação clássica do Maskavo Roots, grupo de destaque no cenário brasiliense dos anos 90. Com os repertórios prontos, compostos majoritariamente por Philippe e André X, e o estúdio de Daybreak já todo concluído, foi só iniciar a gravação das 12 músicas que estão em R ao Contrário.Com o single, “O Que Se Faz”, a Plebe homenageiam o grupo escocês Big Country, até foram usadas gaitas de foles.
Outra faixa inquieta é “Mil Gatos no Telhado”, cuja letra instiga o ouvinte a se indignar, de uma forma menos didática e mais inteligente. A faixa-título, por sua vez, é quase uma incitação pública para que se “pense ao contrário”, onde o rádio e a TV – e a mídia em geral - continuam na berlinda. Mas fica para o final a cereja do bolo, com a gravação da “inédita” “Vote em Branco”. A música foi responsável pela detenção da banda no histórico show de Patos de Minas, em 1981, junto com o pessoal da Legião Urbana, que tocou “Música Urbana 2” e também foi em cana. O charme a mais foi dado pela interpretação de André X, que pela primeira vez gravou os vocais, e pela participação de Fê Lemos, do Capital/Aborto Elétrico, que usou a mesma bateria dos primeiros ensaios da Plebe.Uma das mais importantes bandas do afamado rock de Brasília da década de 80 que revelou, entre outros, Legião Urbana, Capital Inicial e Paralamas do Sucesso, a Plebe Rude foi certamente a que atingiu maior sucesso logo na estréia, com o EP “O Concreto Já Rachou”, do qual nada menos que seis das sete músicas se transformaram em hits nas FMs de todo o País. Puxado por “Até Quando Esperar”, o disco superou as 250 mil cópias, e é considerada uma das melhores estréias de uma banda nacional em todos os tempos.

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